Wired no iPad

No ultimo dia 2 de abril eu coloquei aqui no b®og um videozinho da Wired anunciando sua versão pro iPad. Hoje peguei esse video acima lá no Youtube. E vi também lá no Viuisso? do Michel Lent o post abaixo do dia 27/05.
Primeira edição da WIRED para iPad vende 24 mil unidades em 1 dia
A primeira edição da WiReD para iPad é o que esperávamos. Funcionando nos mesmos moldes de outras revistas estreiaram antes, oferece interatividade em suas páginas, muito uso de vídeos e gráficos em movimento. A grande maioria dos anunciantes aproveitou o formado do iPad e colocou algum tipo de interatividade em suas peças. Uma boa parte usando vídeos, alguns com ‘mini-sites’ e outros ao menos com links externos. Impressionante notar como aqueles anunciantes que colocaram  apenas uma imagem estática na revista interativa já se notam antiquados com relação aos demais.
A versão iPad da WiReD é bacana, mas dada o legado de vanguarda que sempre cercou a revista e o tempo que levou para o seu debut, eu esperava mais. Faltam ferramentas de compartilhamento de conteúdo, possbilidade de se voltar de jumps dentro das matérias que fazem você mudar de página e um tanto mais. De todas as formas, nada surpreendente o sucesso e a quantidade de unidades vendidas da WiReD em tão pouco tempo. Todos estavam esperando a sua chegada no mundo do iPad.
Independente da inovação (ou falta de, no caso da WiReD), uma coisa está muito clara para todos. Estes são os primeiros experimentos com um novo formato de conteúdo gráfico multimídia que veio pra ficar e é revolucionário.
WiRed Magazine para iPad. US$ 4.99
E no MacMagazine no UOL esse post aí do Rafael Fischmann também do dia 27/05.
Edição para iPad da WIRED Magazine vende 24 mil unidades no seu primeiro dia na App Store
Menos de 24 horas após o lançamento da primeira edição da WIRED Magazine na iPad App Store, John C. Abell, chefe do escritório da Wired em Nova York, anunciou que já foram vendidas mais de 24 mil cópias da publicação em sua versão para a tablet da Apple.

As contas, a partir daí, ficam bem simples: a US$5 cada (preço considerado alto por muitos), a receita geral com o aplicativo foi de US$120 mil. Como a editora Condé Nast fica com 70% desse valor (e a Apple com o resto), em um dia só ela faturou cerca de US$84 mil na App Store. Nada mal, hein? 😉
Na minha opinião, a espera por esse aplicativo — vamos chamá-lo de “emagazine reader”, hehe — valeu muito a pena. Adobe e Condé Nast fizeram um ótimo trabalho no seu desenvolvimento, proporcionando um aproveitamento e interatividade de conteúdos que faz dele um grande candidato a superar a própria experiência de leitura da revista física.

Para termos uma ideia melhor dos números, a Condé Nast afirma em seu site que a Wired tem hoje uma vendagem média de 82 mil exemplares em bancas e de 672 mil assinantes mensais.

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