Entrevista no site ArtRio
Para um artista como você, qual a importância da realização de uma feira internacional de arte na cidade?
O Rio vive um momento de reconstrução ampla. Há um desejo de reinventar a cidade, uma convergência de acontecimentos positivos e as pessoas estão começando a se movimentar. A ArtRio, juntamente com outras iniciativas como a Casa DAROS, a nova sede do MIS na Av Atlântica, o MAR (Museu de Arte do Rio) na zona portuária e muitos outros, podem consolidar o Rio como um novo destino cultural do planeta. Uma cidade interessante para se conhecer, com uma história cultural única. Aqui vivem centenas de artistas plásticos, músicos, djs, escitores, cineastas etc. Falta apenas transformar essa produção artística numa cena cultural vibrante e que contamine o imaginário estético da população. Isso aconteceu na Movida Madrileña nos anos 80 na Madrid pós-General Franco e no Mangue Bit em Recife de Chico Science e Fred 04. Agora é a vez do Rio. De novo.
O Rio vive um momento de reconstrução ampla. Há um desejo de reinventar a cidade, uma convergência de acontecimentos positivos e as pessoas estão começando a se movimentar. A ArtRio, juntamente com outras iniciativas como a Casa DAROS, a nova sede do MIS na Av Atlântica, o MAR (Museu de Arte do Rio) na zona portuária e muitos outros, podem consolidar o Rio como um novo destino cultural do planeta. Uma cidade interessante para se conhecer, com uma história cultural única. Aqui vivem centenas de artistas plásticos, músicos, djs, escitores, cineastas etc. Falta apenas transformar essa produção artística numa cena cultural vibrante e que contamine o imaginário estético da população. Isso aconteceu na Movida Madrileña nos anos 80 na Madrid pós-General Franco e no Mangue Bit em Recife de Chico Science e Fred 04. Agora é a vez do Rio. De novo.
Você está participando da ArtRio com alguma obra?
Esculturas cinéticas inéditas na Nara Roesler (SP) e Lurixs (Rio).
Esculturas cinéticas inéditas na Nara Roesler (SP) e Lurixs (Rio).
Como você define seu trabalho?
Meu trabalho sempre trafegou por várias mídias, suportes e materiais. Pode ser uma escultura em aço de duas toneladas ou um texto soprado na orelha. Não respeito dogma nenhum. Tudo pode acontecer na rotina do ateliê. É sempre tentativa e erro e um olhar atento ao acaso e às coisas da cidade, do cotidiano, da web. E também um caderno ao lado da cama para anotar os sonhos e pesadelos.
O que tem feito e o que vai fazer em um futuro próximo?
Estou preparando esculturas em escala urbana para dois projetos. O primeiro é uma obra efêmera de 15m de altura em tubos de aço e braçadeiras para uma praça em Londres e o segundo é um conjunto de quatro esculturas aqui para o Rio mesmo. Além disso, em novembro vou participar da exposição coletiva Travessias no Museu Maré com curadoria de Daniela Labra, Frederico Coelho e Luisa Duarte e a participação dos artistas Luiz Zerbini, Lucia Koch, Marcelo Cidade, Marcos Chaves entre outros com coordenação geral do Jailson de Souza do Observatório de Favelas.
Estou preparando esculturas em escala urbana para dois projetos. O primeiro é uma obra efêmera de 15m de altura em tubos de aço e braçadeiras para uma praça em Londres e o segundo é um conjunto de quatro esculturas aqui para o Rio mesmo. Além disso, em novembro vou participar da exposição coletiva Travessias no Museu Maré com curadoria de Daniela Labra, Frederico Coelho e Luisa Duarte e a participação dos artistas Luiz Zerbini, Lucia Koch, Marcelo Cidade, Marcos Chaves entre outros com coordenação geral do Jailson de Souza do Observatório de Favelas.