Andei lendo
Algumas coisas e resolvi colocar aqui …
Do SOBREMUSICA:
LITTLE JOY – PEQUENAS EXPECTATIVAS
2009 é um ano que começa em crise, e isso significa sempre fazer reavaliações sobre o ritmo, a vida, as oportunidades. Qualquer projeto, a começar pelos profissionais, vira uma dúvida que depende de tantas forças maiores do que a iniciativa, o suor, o talento e a ralação de uma pessoa só, a fim de empreender. O mundo sufoca, e o que faz respirar está em falta. É o sonho. Está difícil sonhar. A psicanálise saiu de moda, foi substituída por iogas e recompensas ao corpo. Em crise, o lógico é o pragmatismo. … (leia tudo)
Do blog do Caetano Veloso:
CHELPA FERRO E AVA ROCHA
…A primeira parte, com Jaques Morelenbaum regendo a colagem de trechos de peças clássicas feita pelos Chelpa não poderia ter parecido molecagem, mas quando os três componentes entraram, por trás de uma tela sobre a qual era projetado um vídeo de visual concretista, a decisão noise se explicitou. Os timbres, seus controles e a relação entre isso e as imagens de detalhes dos aparelhos eram chiques e bem combinados. O volume às vezes passava do suportável, sem nunca fazer dos ruídos musicais meros barulhos desprovidos de discernibilidade. Havia texturas ricas e intrigantes. … (leia tudo)
Do Link:
REDES SOCIAIS VÃO PARA ALÉM DOS PRÓPRIOS SITES
As redes sociais saíram dos sites das redes sociais. Em 2008, quando o conceito de “social” deixou os domínios dos gigantes Orkut, Facebook ou MySpace, a síntese do novo momento foi a eleição do presidente norte-americano Barack Obama. Ele não só tinha o seu perfil no Facebook e no Twitter, como criou a sua própria rede social, nos moldes do Orkut. … (leia tudo)
Do Causa Própria:
INCANSÁVEL
… Andar de carro com Caco Barcellos é uma experiência esquisita. Ele, o venerável repórter investigativo, guarda inacreditáveis vícios de taxista: Em Brasília, fez questão de buscar sua equipe no aeroporto, dirigindo ele mesmo o carro um-ponto-zero alugado; revelou ter certos problemas quando um ônibus o ultrapassa (“taxista ser ultrapassado por um ônibus é uma vergonha!”); faz campanha pessoal contra a existência de pontos de táxi (“taxista tem de estar na rua!”) e vê cada espaço impraticável como um desafio para a arte da baliza: “se cabe, eu estaciono”, gosta de repetir. Tudo com aquela calma, elegância, bom-humor e simpatia, o que deixa tudo ainda mais esquisito. … (leia tudo)