Mais uma escultura da série Boxer, dessa vez o bicho nasceu em Lisboa. A pedra branca é o mármore de Estremoz.
ateliê
PLANO ACASO
Ateliê ontem
Penalti na parede – hoje no ateliê
videobRog do dia.
Surdo-mudo
drama.doc/barraca
Em processo
2 cachorros de 2006
Registro
A série Boxer, com cachorros feitos em blocos que teve início em 2003, está subindo pelas paredes. As imagens acima são as 2 primeiras experiências dessa nova fase ainda sem título. Cada retângulo é uma chapa de MDF de 25mm de espessura forrada de fórmica preta.
A idéia de uma construção elementar, que na sua versão tridimensional remetia ao empilhamento de blocos de madeira daqueles que brincávamos na infância ou caixas de sapatos organizadas por um vendedor de sapataria atrapalhado, teve sequência no plano bidimensional no momento da organização imprecisa de retângulos coloridos sobre uma folha de papel branca. A parede tomou o lugar do papel e o desalinhamento entre as formas permaneceu como num velho metaesquema de Oiticica, a escala dos trabalhos acima é 4 vezes maior do que os cachorros tridimensionais realizados em mdf (2003) e granito cinza (2004/5). As fotos são do Quito.
Carro/Parede
Registro
Contato / Preview
Ontem no ateliê
Moda na Lapa – 2
Fala-Lixo
Fala lixo é o trabalho que estou apresentando na exposição N Multiplos organizada pela curadora Ligia Canongia na Galeria Murilo Castro em Belo Horizonte. É um trabalho em ferro e ferro pintado, mede 35 x 32,5 x 14 cm e a tiragem é de 20 exemplares.
Os outros artistas da coletiva são: Abraham Palatnik, Amílcar de Castro, Ana Holck, Antônio Dias, Camile Kachani, Carlito Carvalhosa, Carlos Vergara, Carmela Gross, Daisy Xavier, Daniel Feingold, Edgard de Souza, Eduardo Coimbra, Eduardo Sued, Enrica Bernardelli, Ernesto Neto, Guto Lacaz, Ivens Machado, Janaina Tschäpe, José Damasceno, Laura Vinci, Marcos Chaves, Marcos Coelho Benjamim, Maria Carmen Perlingeiro, Matheus Rocha Pitta, Mauricio Ruiz, Nazareth Pacheco, Paulo Vivacqua, Regina Sileira, Ronaldo Grossman e Vicente de Mello
A exposição fica até 23/12/2008 na Rua Benvinda de Carvalho 60.
O telefone da galeria é 31-3287-0110 e o email é murilo@murilocastro.com.br.
Atelie ontem
Registro
Em processo
Fala-lixo é o nome do mútiplo que estou produzindo no ateliê. Pequenas esculturas em ferro medindo 35 x 32,5 x 14cm. A de dentro será branca. As fotos do são do Quito.
maio de 2005
Sem título
A escultura aí de cima é de dezembro de 2003 e foi apresentada na exposição coletiva SP 450 Paris no Instituto Tomie Ohtake (SP) e na individual Entonces no Paço Imperial (Rio) ambas em 2004. Depois em 2007 esteve no Festival de Inverno do SESC de Friburgo junto com obras de Carlos Vergara e Katia Maciel em curadoria do Franz Manata.
A foto é do Jaime Acioli.
A Grande Área
A Grande Área é uma escultura que apresentei na III Bienal do Mercosul em 2002. O trabalho integrou a mostra de intervenções urbanas realizada no Parque Sirotski Sobrinho em Porto Alegre.
Neste trabalho o esporte aparece mais uma vez como tema. A estrutura contínua de tubos de ferro reproduz o desenho e as dimensões da grande área do campo de futebol.
Ontem
Cabeça
O desenho aí de cima é um nanquim sobre papel (30 x 20 cm) do fim dos anos 80 quando estudava gravura no Parque Lage. Achei acidentalmente na rede quando dei uma busca por imagens no Google. Está em baixa resolução. Tenho mais uns 3 ou 4 da mesma série no ateliê. Vou procurar e qualquer dia coloco a série completa aqui no brog.
Humano
Pênalti
A escultura acima foi apresentada no Parque Lage no Rio em 1993. Tem as dimensões oficiais de uma trave de futebol mais a distância do pênalti. Foi o primeiro trabalho que eu fiz que dialoga com o futebol. A foto é de Eduardo Coimbra.
HOJE de novo
Filminho com a maquete eletrônica do trabalho HOJE, que começa a ser construído ainda esse semestre. Mais abaixo aqui no Brog há outras imagens de HOJE.
Sem braços e sem cabeça
Desenhos
Figuras geométricas vazadas em papel manteiga. Folhas coladas no pano de vidro do Palacio Gustavo Capanema no centro do Rio em dezembro de 2005. Estava procurando essas imagens para subir ao brog já tem um tempo. Hoje o artista plástico/músico Paulo Vivacqua inaugura a instalação sonora Sentinelas no mesmo local. Boa coincidência.