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ateliê

Escultura apresentada na exposição individual Portátil – 98/02, Gabinete de Arte Raquel Arnaud em São Paulo, 2002.

Foto: Vicente de Mello.



A série Boxer, com cachorros feitos em blocos que teve início em 2003, está subindo pelas paredes. As imagens acima são as 2 primeiras experiências dessa nova fase ainda sem título. Cada retângulo é uma chapa de MDF de 25mm de espessura forrada de fórmica preta.

A idéia de uma construção elementar, que na sua versão tridimensional remetia ao empilhamento de blocos de madeira daqueles que brincávamos na infância ou caixas de sapatos organizadas por um vendedor de sapataria atrapalhado, teve sequência no plano bidimensional no momento da organização imprecisa de retângulos coloridos sobre uma folha de papel branca. A parede tomou o lugar do papel e o desalinhamento entre as formas permaneceu como num velho metaesquema de Oiticica, a escala dos trabalhos acima é 4 vezes maior do que os cachorros tridimensionais realizados em mdf (2003) e granito cinza (2004/5). As fotos são do Quito.

O mundo da moda invadiu o ateliê da Lapa semanas atrás pela segunda vez. No comando do ensaio estava o fotógrafo brasileiro Rui Teixeira. As fotos abaixo são do Quito.





Fala lixo é o trabalho que estou apresentando na exposição N Multiplos organizada pela curadora Ligia Canongia na Galeria Murilo Castro em Belo Horizonte. É um trabalho em ferro e ferro pintado, mede 35 x 32,5 x 14 cm e a tiragem é de 20 exemplares.

Os outros artistas da coletiva são: Abraham Palatnik, Amílcar de Castro, Ana Holck, Antônio Dias, Camile Kachani, Carlito Carvalhosa, Carlos Vergara, Carmela Gross, Daisy Xavier, Daniel Feingold, Edgard de Souza, Eduardo Coimbra, Eduardo Sued, Enrica Bernardelli, Ernesto Neto, Guto Lacaz, Ivens Machado, Janaina Tschäpe, José Damasceno, Laura Vinci, Marcos Chaves, Marcos Coelho Benjamim, Maria Carmen Perlingeiro, Matheus Rocha Pitta, Mauricio Ruiz, Nazareth Pacheco, Paulo Vivacqua, Regina Sileira, Ronaldo Grossman e Vicente de Mello

A exposição fica até 23/12/2008 na Rua Benvinda de Carvalho 60.
O telefone da galeria é 31-3287-0110 e o email é murilo@murilocastro.com.br.

Fala-lixo é o nome do mútiplo que estou produzindo no ateliê. Pequenas esculturas em ferro medindo 35 x 32,5 x 14cm. A de dentro será branca. As fotos do são do Quito.

A escultura aí de cima é de dezembro de 2003 e foi apresentada na exposição coletiva SP 450 Paris no Instituto Tomie Ohtake (SP) e na individual Entonces no Paço Imperial (Rio) ambas em 2004. Depois em 2007 esteve no Festival de Inverno do SESC de Friburgo junto com obras de Carlos Vergara e Katia Maciel em curadoria do Franz Manata.

A foto é do Jaime Acioli.

A Grande Área é uma escultura que apresentei na III Bienal do Mercosul em 2002. O trabalho integrou a mostra de intervenções urbanas realizada no Parque Sirotski Sobrinho em Porto Alegre.

Neste trabalho o esporte aparece mais uma vez como tema. A estrutura contínua de tubos de ferro reproduz o desenho e as dimensões da grande área do campo de futebol.

Adolfo Montejo esteve ontem no ateliê para dar uma olhada no trabalho que estou preparando para a exposição Travessias Cariocas organizada por ele. Bom papo, boa visita.

Luiza Baldan estava com ele e fez as fotos.





O desenho aí de cima é um nanquim sobre papel (30 x 20 cm) do fim dos anos 80 quando estudava gravura no Parque Lage. Achei acidentalmente na rede quando dei uma busca por imagens no Google. Está em baixa resolução. Tenho mais uns 3 ou 4 da mesma série no ateliê. Vou procurar e qualquer dia coloco a série completa aqui no brog.

A escultura acima foi apresentada no Parque Lage no Rio em 1993. Tem as dimensões oficiais de uma trave de futebol mais a distância do pênalti. Foi o primeiro trabalho que eu fiz que dialoga com o futebol. A foto é de Eduardo Coimbra.

Filminho com a maquete eletrônica do trabalho HOJE, que começa a ser construído ainda esse semestre. Mais abaixo aqui no Brog há outras imagens de HOJE.





Figuras geométricas vazadas em papel manteiga. Folhas coladas no pano de vidro do Palacio Gustavo Capanema no centro do Rio em dezembro de 2005. Estava procurando essas imagens para subir ao brog já tem um tempo. Hoje o artista plástico/músico Paulo Vivacqua inaugura a instalação sonora Sentinelas no mesmo local. Boa coincidência.

O trabalho acima é de 2001, foi apresentado na Bienal do Mercosul em Porto Alegre e depois na Galeria Celma Albuquerque em Belo Horizonte. A foto é de Daniel Mansur.

Vista parcial da exposição coletiva Arquivo Geral que aconteceu em 2004 no Centro Tom Jobim do Jardim Botânico do Rio. Ao fundo a escultura Trava, em primeiro plano relevos espaciais de Helio Oiticica, na parede da direita pinturas de Luciano Figueiredo.