{"id":679,"date":"2010-04-19T18:34:00","date_gmt":"2010-04-19T18:34:00","guid":{"rendered":"https:\/\/raulmourao.com\/blog\/?p=679"},"modified":"2010-04-19T18:34:00","modified_gmt":"2010-04-19T18:34:00","slug":"sp-arte-blog-no-ar","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.archive.raulmourao.com\/blog\/?p=679","title":{"rendered":"SP ARTE, blog no ar"},"content":{"rendered":"<p>O <a href=\"http:\/\/feirasparte.blogspot.com\/\">blog da feira SP arte<\/a> est\u00e1 no ar. Peguei l\u00e1 esse post a\u00ed embaixo, \u00e9 uma mat\u00e9ria do M\u00e1rcio Rodrigues que saiu no Valor Econ\u00f4mico.<\/p>\n<div class=\"separator\" style=\"clear: both; text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/1.bp.blogspot.com\/_YCtMPf2Ld4Q\/S8yg2tysFpI\/AAAAAAAAC7o\/qkUSKymfw3Y\/s1600\/blog_sp_arte.png\" imageanchor=\"1\" style=\"margin-left: 1em; margin-right: 1em;\"><img loading=\"lazy\" border=\"0\" height=\"400\" src=\"http:\/\/1.bp.blogspot.com\/_YCtMPf2Ld4Q\/S8yg2tysFpI\/AAAAAAAAC7o\/qkUSKymfw3Y\/s400\/blog_sp_arte.png\" width=\"371\" \/><\/a><\/div>\n<p><\/p>\n<div class=\"post-header\"><\/div>\n<p><span style=\"font-size: large;\"><b>Aquarela do Brasil<\/b><\/span><br \/>no Valor Econ\u00f4mico<\/p>\n<p>Sexta edi\u00e7\u00e3o da SP Arte, leil\u00e3o em Londres e  comit\u00ea multidisciplinar atestam novos caminhos do mercado de artes  brasileiro.<\/p>\n<p>Por M\u00e1rcio Rodrigues<\/p>\n<p>Nos  \u00faltimos 15 anos, tornou-se lugar-comum ouvir not\u00edcias sobre trabalhos de  artistas brasileiros que atingiram cifras expressivas, sendo negociados  em galerias, feiras de arte e leil\u00f5es tanto no Brasil quanto na Europa e  nos Estados Unidos. Embalada e influenciada pelo bom desempenho da  economia nacional, a arte brasileira vive hoje um momento otimista e  efervescente.<\/p>\n<p>Enquanto trabalhos de artistas contempor\u00e2neos  brasileiros, como Beatriz Milhazes, Ernesto Neto e Cildo Meireles, s\u00e3o  avidamente procurados por colecionadores internacionais com a mesma gula  com que buscam adquirir obras de artistas que j\u00e1 morreram, como a  pr\u00f3pria Tarsila, Lygia Clark e H\u00e9lio Oiticica, o mercado de arte  brasileiro busca cada vez mais sua profissionaliza\u00e7\u00e3o e amplia\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Se l\u00e1 fora casas tradicionais como a inglesa Phillips de Pury &amp;  Company organizam eventos como o leil\u00e3o intitulado &#8220;Bric&#8221; &#8211; em  refer\u00eancia \u00e0 sigla econ\u00f4mica que congrega os pa\u00edses de economia  emergente, leia-se Brasil, R\u00fassia, \u00cdndia e China &#8211; que na noite do dia  24 vai dedicar-se \u00e0 venda de mais de cem trabalhos brasileiros, por  aqui, iniciativas como a sexta edi\u00e7\u00e3o da SP Arte e a reativa\u00e7\u00e3o do  Comit\u00ea Brasileiro de Arte Contempor\u00e2nea indicam um momento cada vez mais  s\u00f3lido de nosso mercado de arte.<\/p>\n<p>Radicada na Argentina em 2004,  Fernanda Feitosa, diretora da <b>SP Arte<\/b>, percebeu que o  Brasil n\u00e3o possu\u00eda nenhuma feira de arte de grande porte, apesar do  crescimento das vendas de obras brasileiras tanto aqui quanto no  exterior. Apoiada nessa percep\u00e7\u00e3o e na convic\u00e7\u00e3o de que o Brasil  apresentava um mercado de arte &#8220;maduro&#8221;, com v\u00e1rias galerias importantes  e artistas de renome, Fernanda criou a SP Arte em  2005.<\/p>\n<p>A primeira edi\u00e7\u00e3o da feira reuniu no Pavilh\u00e3o da Bienal, no  Parque do Ibirapuera, 40 galerias brasileiras e 1 estrangeira, al\u00e9m de  um p\u00fablico de 7 mil visitantes, n\u00famero substancioso para um evento de  quatro dias, principalmente se for levado em conta que no Brasil o Masp,  museu dedicado somente \u00e0 exibi\u00e7\u00e3o de obras de arte, foi o mais visitado  no pa\u00eds durante os mais de 300 dias em que permaneceu com suas portas  abertas no ano passado: recebeu 679 mil pessoas.<br \/>Fernanda estava  certa ao deduzir que, se &#8220;S\u00e3o Paulo \u00e9 a capital econ\u00f4mica da Am\u00e9rica  Latina&#8221;, a cidade carecia de uma feira de arte que refletisse n\u00e3o apenas  sua import\u00e2ncia, mas de todo o Brasil nesse setor. Outro dado  surpreendente e desconhecido desse mercado at\u00e9 ent\u00e3o \u00e9 que a <b>SP  Arte<\/b> revelou a exist\u00eancia de um p\u00fablico potencial de  colecionadores brasileiros mais jovens, na faixa dos 35 anos, o que pode  garantir a continua\u00e7\u00e3o do ciclo virtuoso pelo qual hoje passam as  galerias e casas de leil\u00e3o no Brasil.<\/p>\n<p>Sem rodeios, a megamarchand  revela que entre 2005 e 2008 o volume de neg\u00f3cios na SP Arte cresceu em m\u00e9dia de 10% a 15% a cada ano e em 2009 o crescimento foi de  aproximadamente 20%, atestando a afirma\u00e7\u00e3o de Fernanda de que as vendas  realizadas pela <b>SP Arte<\/b> no ano passado n\u00e3o foram  afetadas pela crise global que prejudicou, no fim de 2008 e durante todo  o ano passado, o desempenho de feiras importantes, como a ArtBasel, na  Su\u00ed\u00e7a, e a Arco, na Espanha. Para a sexta edi\u00e7\u00e3o da SP Arte,  Fernanda estima que o crescimento dos neg\u00f3cios continuar\u00e1 na casa dos  20%, sendo negociados entre US$ 12 milh\u00f5es e US$ 15 milh\u00f5es em obras de  arte. Com 80 galerias confirmadas no Pavilh\u00e3o da Bienal entre os dias 29  e 2, entre elas A Gentil Carioca (RJ), La Caja Negra (Espanha) e Luisa  Strina (SP), a SP Arte enfrenta agora um \u00fanico  &#8220;problema&#8221;: selecionar galerias brasileiras para suas pr\u00f3ximas edi\u00e7\u00f5es  que mantenham o n\u00edvel de trabalhos e artistas apresentados similar ao  das que hoje comp\u00f5em a edi\u00e7\u00e3o atual do evento.<\/p>\n<p>O bom momento do  mercado de arte no Brasil estimulou marchands de cinco Estados (PR, RS,  SP, MG, RJ) a retomar as atividades do Comit\u00ea Brasileiro de Arte  Contempor\u00e2nea. Reunindo \u00f3rg\u00e3os como MinC, Minist\u00e9rio das Rela\u00e7\u00f5es  Exteriores, Instituto do Patrim\u00f4nio Hist\u00f3rico e Art\u00edstico Nacional  (Iphan), Funarte, Funda\u00e7\u00e3o Bienal, Ag\u00eancia Brasileira de Apoio \u00e0 Cultura  (Abac), Alessandra d&#8217;Aloia, da Fortes Vila\u00e7a, o colecionador Fabio  Szwarcwald, do Rio, uma galerista &#8211; Luisa Strina &#8211; e a Funda\u00e7\u00e3o Bienal  do Mercosul, o comit\u00ea tem como metas principais operacionalizar a\u00e7\u00f5es de  fortalecimento do mercado interno de artes pl\u00e1sticas e promover, ainda  mais, a internacionaliza\u00e7\u00e3o desse segmento.<\/p>\n<p>Presidido por  Alessandra, s\u00f3cia-diretora da Fortes Vila\u00e7a &#8211; hoje considerada uma das  mais &#8220;internacionalizadas&#8221; galerias brasileiras -, esse comit\u00ea tamb\u00e9m  tem por objetivo reunir informa\u00e7\u00f5es sistematizadas do tamanho do mercado  de arte brasileiro. A galerista frisa a necessidade de indicar ao  governo federal todos os &#8220;gargalos existentes no setor para que leis e  tr\u00e2mites sejam revisados&#8221; a fim de que, num mundo globalizado, nosso  mercado de arte se torne mais \u00e1gil e eficiente.<\/p>\n<p>Entre as  primeiras iniciativas da associa\u00e7\u00e3o est\u00e1 a aproxima\u00e7\u00e3o com o Minist\u00e9rio  da Cultura (MinC), um gesto que, al\u00e9m de visar ao melhor desempenho no  tr\u00e2mite de obras de arte do Brasil para o exterior, poder\u00e1 auxiliar na  formula\u00e7\u00e3o de estat\u00edsticas sobre o real tamanho do mercado de arte no  pa\u00eds. Anu\u00e1rios como o &#8220;Cultura em N\u00fameros&#8221;, lan\u00e7ado pela primeira vez  pelo MinC no ano passado, em parceria com o IBGE e a Funarte, d\u00e3o conta  de que hoje no Brasil quase 30% das cidades brasileiras realizam  exposi\u00e7\u00f5es de artes visuais.<\/p>\n<p>Certamente, boa parte dessas mostras  \u00e9 organizada por galerias que t\u00eam por objetivo final a comercializa\u00e7\u00e3o  dos trabalhos exibidos. Mesmo com as vendas aquecidas, no entanto, hoje  nem o governo nem o mercado sabem mensurar com precis\u00e3o o tamanho do  setor e o que ele representa para a economia brasileira, inclusive em  nossa pauta de exporta\u00e7\u00f5es. A troca de informa\u00e7\u00f5es entre o Comit\u00ea  Brasileiro de Arte Contempor\u00e2nea e o MinC tornar\u00e1, como observa  Alessandra, o setor cada vez &#8220;mais \u00e1gil e eficiente&#8221;, como deve ser  hoje, ali\u00e1s, qualquer setor da economia que queira se desenvolver a  passos largos.<\/p>\n<p>A car\u00eancia de dados e cifras sobre o mercado de  arte brasileiro, contudo, definitivamente n\u00e3o incomoda os marchands  internacionais mais experientes. Na pr\u00e1tica, o que leiloeiros e  galeristas internacionais perceberam \u00e9 que a qualidade dos trabalhos  brasileiros, principalmente os criados por artistas contempor\u00e2neos, tem  seduzido cada vez mais colecionadores do mundo inteiro.<br \/>S\u00f3 isso  explica o fato de uma tela como &#8220;O M\u00e1gico&#8221;, da carioca Beatriz Milhazes,  ter sido negociada, em 2008, por mais de US$ 1 milh\u00e3o pela Sotheby\u00b4s em  Nova York. Detalhe: Beatriz est\u00e1 viva e \u00e9 jovem, o que, segundo as  regras desse setor, deveria depreciar &#8211; ao menos um pouco &#8211; os pre\u00e7os de  seus trabalhos em leil\u00f5es internacionais.<\/p>\n<p>Os colecionadores,  todavia, parecem ter esquecido ou fazem quest\u00e3o absoluta de ignorar essa  regra, comprovando que o &#8220;o mercado de arte brasileiro vem crescendo  numa trajet\u00f3ria s\u00f3lida, iniciada ainda no modernismo brasileiro&#8221;, como  observa Fernanda Feitosa.<\/p>\n<p>Estimulada pelo sucesso n\u00e3o s\u00f3 da arte  brasileira, mas de todos os pa\u00edses ditos emergentes entre colecionadores  europeus, a Phillips de Pury &amp; Company, fundada em 1796 em Londres,  decidiu realizar nos dias 23 e 24 um leil\u00e3o intitulado &#8220;Bric&#8221; &#8211;  refer\u00eancia direta ao termo do mercado econ\u00f4mico criado por Jim O&#8217;Neill,  economista-chefe do Goldman Sachs.<\/p>\n<p>Com expectativa de arrecadar  entre 9 e 13 milh\u00f5es de libras com o leil\u00e3o de obras do Brasil, da  R\u00fassia, da \u00cdndia e da China, a Phillips de Pury dever\u00e1 colocar \u00e0 venda  mais de cem obras de arte brasileiras, que englobam desde o per\u00edodo  modernista at\u00e9 o contempor\u00e2neo. Em um trabalho de mais de seis meses, a  casa de leil\u00f5es garimpou obras de c\u00e2nones como Di Cavalcanti, Lygia  Clark, H\u00e9lio Oiticica, Cildo Meireles, S\u00e9rgio Camargo &#8211; cuja pintura  &#8220;Relief&#8221; atingiu quase US$ 1,6 milh\u00e3o em leil\u00e3o promovido pela Sotheby&#8217;s  no ano passado -, mas tamb\u00e9m de artistas que hoje despontam no mercado  internacional, como a jovem Tatiana Blass.<\/p>\n<p>Em entrevista ao  Valor, Rodman Primack, diretor da Phillips de Pury e especialista em  arte brasileira, concorda com Fernanda Feitosa ao localizar no  modernismo brasileiro e, mais precisamente, na Semana de Arte Moderna de  1922, o in\u00edcio da longa jornada do Brasil para se tornar um produtor de  arte reconhecido e com obras comercializadas nos mercados mais  importantes do mundo.<\/p>\n<p>Como se l\u00ea nos livros sobre arte modernista  brasileira, de fato, depois de tr\u00eas anos de fortes articula\u00e7\u00f5es  pessoais com figuras como o influente marchand franc\u00eas L\u00e9once Rosenberg e  o pintor cubista Fernand L\u00e9ger, a pintora Tarsila do Amaral abriu sua  primeira mostra individual na Galeria Percier, em Paris, em 7 de julho  de 1926.<\/p>\n<p>Se viajar para Paris com o escritor Oswald de Andrade,  ent\u00e3o seu marido, no in\u00edcio dos anos 20 foi para Tarsila seu &#8220;bilhete  para a modernidade&#8221;, como escreve o curador Paulo Herkenhoff no cat\u00e1logo  da exposi\u00e7\u00e3o &#8220;Arte Brasileira na Cole\u00e7\u00e3o Fadel&#8221; (2002), a atitude do  famoso casal &#8220;Tarsiwald&#8221; de organizar uma exposi\u00e7\u00e3o na capital francesa  marca, mesmo que de maneira inconsciente, o in\u00edcio da inser\u00e7\u00e3o de obras  brasileiras no mercado internacional de arte.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, oito  d\u00e9cadas ap\u00f3s causar forte repercuss\u00e3o na imprensa francesa com a  primeira individual no exterior, Tarsila voltou a ser not\u00edcia em  novembro de 1995, quando seu &#8220;Abaporu&#8221;, a tela mais emblem\u00e1tica do  modernismo brasileiro, foi arrematado em leil\u00e3o da Christie&#8217;s de Nova  York por US$ 1,25 milh\u00e3o, o maior valor pago at\u00e9 ent\u00e3o na hist\u00f3ria por  uma obra de arte brasileira. Sem saber ao certo o que estava fazendo, o  empres\u00e1rio argentino Eduardo Costantini inaugurava ali uma era em que  trabalhos de artistas brasileiros &#8211; mortos ou vivos &#8211; atingiriam cifras  milion\u00e1rias n\u00e3o apenas no mercado de arte internacional, mas tamb\u00e9m  dentro de nosso pa\u00eds.<\/p>\n<p>Para Rodman Primack, o pa\u00eds tem tudo para  continuar crescendo nesse setor: um rico patrim\u00f4nio cultural, excelente  artistas, colecionadores e um interesse internacional crescente pela  arte produzida aqui. Tal situa\u00e7\u00e3o, segundo seu racioc\u00ednio, aliada ao  desenvolvimento econ\u00f4mico interno dos pa\u00edses que comp\u00f5em o Bric, pode  estimular at\u00e9 a &#8220;constru\u00e7\u00e3o de pontes&#8221; entre os mercados de arte  espalhados pelo mundo. Visto com ressalvas por Alessandra d&#8217;Aloia, que  vislumbra na iniciativa da Phillips de Pury a possibilidade de criar um  novo gueto para arte dos pa\u00edses emergentes, a exemplo do que antes  acontecia no mercado internacional com a chamada &#8220;arte latina&#8221;, o leil\u00e3o  do Bric, de qualquer maneira, atesta a boa fase e o interesse cada vez  mais crescente despertado pela arte brasileira aqui e no exterior.<\/p>\n<p>Se a SP Arte, como ressalta a pr\u00f3pria Alessandra, foi  fundamental para abrir o mercado para compradores brasileiros que jamais  pensaram em adquirir obras de arte, iniciativas internacionais como a  da Phillips de Pury auxiliam a inserir obras feitas aqui em cole\u00e7\u00f5es do  mundo todo.<\/p>\n<p>A longo prazo, o ato de colecionar &#8211; que nasce quase  sempre do gosto do mundo privado &#8211; pode ajudar na forma\u00e7\u00e3o de  importantes cole\u00e7\u00f5es que poder\u00e3o ser vistas no futuro em institui\u00e7\u00f5es  p\u00fablicas, como bem observa Primack, ao mencionar o destino de acervos  particulares que fundaram, com a morte de seus propriet\u00e1rios, por  exemplo, importantes museus ao redor do mundo. Para al\u00e9m de todas as  cifras e investimentos do presente, esta \u00e9 a melhor heran\u00e7a e rendimento  que um mercado de arte aquecido pode deixar para qualquer pa\u00eds.<\/p>\n<div id=\"wp_fb_like_button\" style=\"margin:5px 0;float:none;height:100px;\"><script src=\"http:\/\/connect.facebook.net\/en_US\/all.js#xfbml=1\"><\/script><fb:like href=\"https:\/\/www.archive.raulmourao.com\/blog\/?p=679\" send=\"false\" layout=\"standard\" width=\"450\" show_faces=\"true\" font=\"arial\" action=\"like\" colorscheme=\"light\"><\/fb:like><\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O blog da feira SP arte est\u00e1 no ar. Peguei l\u00e1 esse post a\u00ed embaixo, \u00e9 uma mat\u00e9ria do M\u00e1rcio Rodrigues que saiu no Valor Econ\u00f4mico. Aquarela do Brasilno Valor Econ\u00f4mico Sexta edi\u00e7\u00e3o da SP Arte, leil\u00e3o em Londres e comit\u00ea multidisciplinar atestam novos caminhos do mercado de artes brasileiro. Por M\u00e1rcio Rodrigues Nos \u00faltimos &hellip;<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.archive.raulmourao.com\/blog\/?p=679\" class=\"more-link\">Read More<\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[1],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.archive.raulmourao.com\/blog\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/679"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.archive.raulmourao.com\/blog\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.archive.raulmourao.com\/blog\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.archive.raulmourao.com\/blog\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.archive.raulmourao.com\/blog\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=679"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.archive.raulmourao.com\/blog\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/679\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.archive.raulmourao.com\/blog\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=679"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.archive.raulmourao.com\/blog\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=679"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.archive.raulmourao.com\/blog\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=679"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}