{"id":231,"date":"2009-03-27T18:22:00","date_gmt":"2009-03-27T18:22:00","guid":{"rendered":"https:\/\/raulmourao.com\/blog\/?p=231"},"modified":"2009-03-27T18:22:00","modified_gmt":"2009-03-27T18:22:00","slug":"michel-serres-disse","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.archive.raulmourao.com\/blog\/?p=231","title":{"rendered":"Michel Serres disse:"},"content":{"rendered":"<p><a onblur=\"try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}\" href=\"http:\/\/3.bp.blogspot.com\/_YCtMPf2Ld4Q\/Sc0hr2ms7EI\/AAAAAAAABsI\/YgKKM4Jy0p8\/s1600-h\/serres_ramos_bertrand.jpg\"><img style=\"cursor: pointer; width: 200px; height: 304px;\" src=\"http:\/\/3.bp.blogspot.com\/_YCtMPf2Ld4Q\/Sc0hr2ms7EI\/AAAAAAAABsI\/YgKKM4Jy0p8\/s400\/serres_ramos_bertrand.jpg\" alt=\"\" id=\"BLOGGER_PHOTO_ID_5317943772270357570\" border=\"0\" \/><\/a><\/p>\n<p>O mundo grita de dor porque entra em trabalho de parto. Mesmo sob s\u00e9rios riscos, devemos inventar novas rela\u00e7\u00f5es entre os homens e a totalidade do que condiciona a vida: planeta inerte, clima, esp\u00e9cies vivas, vis\u00edveis e invis\u00edveis, ci\u00eancias e t\u00e9cnicas, comunidade global, moral e pol\u00edtica, educa\u00e7\u00e3o e sa\u00fade&#8230; Trocamos nosso mundo por outros mundos poss\u00edveis, e deveremos abandonar inumer\u00e1veis paix\u00f5es, id\u00e9ias, h\u00e1bitos e normas que inspiraram nossa breve dura\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica. Penetramos num ramo evolutivo.<\/p>\n<p>Em eras precedentes, nenhum saber teve necessidade de conceber nem conduzir projetos t\u00e3o vitais: reinventar a universalidade do indiv\u00edduo, reconfigurar seu habitat e tecer novas rela\u00e7\u00f5es. Por ter de repensar tudo, a filosofia modifica seu alcance explicativo e assiste ao crescimento de sua responsabilidade. Ou aparecer\u00e1 um novo homem, um cidad\u00e3o do mundo, ou a humanidade estar\u00e1 amea\u00e7ada. Devemos estabelecer a paz entre n\u00f3s para salvaguardar o mundo e a paz com o mundo para nos salvar.<\/p>\n<p>Assim come\u00e7a o livro Ramos de <a href=\"http:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Michel_Serres\">Michel Serres<\/a> que <a href=\"http:\/\/objetosimobjetonao.blogspot.com\/\">Fred Coelho<\/a> acaba de me presentear.<br \/><span style=\"font-weight: bold;\"><br \/>Na quarta capa o texto \u00e9 o seguinte:<\/span><br \/>Do que temos medo hoje em dia? Das novidades? De ter de enfrentar dificuldades brutais?<\/p>\n<p>Desde seu advento, o Universo, os seres vivos e os homens criaram incessantemente leis necess\u00e1rias e acontecimentos imprevis\u00edveis. Para Michel Serres, a novidade surge do formato, assim como o ramo brota do caule. Fal\u00edvel e inventivo, o Filho origina-se do Pai, que dita os dogmas e as leis.<\/p>\n<p>Obra de reconcilia\u00e7\u00e3o, Ramos propo\u00ea uma estimulante releitura da hist\u00f3ria do pensamento na qual confluem, enfim, ci\u00eancias, culturas, artes e religi\u00f5es.<\/p>\n<p>Celebra\u00e7\u00e3o da vida e mensagem de esperan\u00e7a para as gera\u00e7\u00f5es futuras, este livro ajuda a compreender e amar a inquietude do presente.<\/p>\n<p><span style=\"font-weight: bold;\">E na orelha:<br \/><\/span>Originalmente publicado em 2004, Ramos \u00e9 o quarto volume da tetralogia formada pelos t\u00edtulos Varia\u00e7\u00f5es sobre o corpo (1999), Hominesc\u00eancias (2001) e O incandescente (2003). A partir da constata\u00e7\u00e3o de que \u00e9 urgente reinventar a universalidade das rela\u00e7\u00f5es dos homens com a totalidade planet\u00e1ria, Serres nos incita a repensar o cotidiano sem distin\u00e7\u00f5es entre ci\u00eancias, artes, culturas e religi\u00f5es t\u00e3o ao gosto do dispositivo cartesiano que comanda os saberes contempor\u00e2neos&#8230;<\/p>\n<p>T\u00cdTULO: RAMOS<br \/>T\u00cdTULO ORIGINAL: RAMEAUX<br \/>IDIOMA: Portugu\u00eas.<br \/>ENCADERNA\u00c7\u00c3O: Brochura | Formato: 14 x 21 | 224 p\u00e1gs.<br \/>ANO DA OBRA\/COPYRIGHT: 2004<br \/>ANO EDI\u00c7\u00c3O: 2008<br \/>AUTOR: Michel Serres<br \/>TRADUTOR: Edgard de Assis Carvalho | Mariza Perassi Bosco<\/p>\n<div id=\"wp_fb_like_button\" style=\"margin:5px 0;float:none;height:100px;\"><script src=\"http:\/\/connect.facebook.net\/en_US\/all.js#xfbml=1\"><\/script><fb:like href=\"https:\/\/www.archive.raulmourao.com\/blog\/?p=231\" send=\"false\" layout=\"standard\" width=\"450\" show_faces=\"true\" font=\"arial\" action=\"like\" colorscheme=\"light\"><\/fb:like><\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O mundo grita de dor porque entra em trabalho de parto. 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