{"id":1053,"date":"2011-06-07T15:41:00","date_gmt":"2011-06-07T15:41:00","guid":{"rendered":"https:\/\/raulmourao.com\/blog\/?p=1053"},"modified":"2011-06-07T15:41:00","modified_gmt":"2011-06-07T15:41:00","slug":"curso-arte-e-cultura-no-brasil-crises-e-saidas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.archive.raulmourao.com\/blog\/?p=1053","title":{"rendered":"Curso Arte e cultura no Brasil \u2013 Crises e sa\u00eddas"},"content":{"rendered":"<div class=\"separator\" style=\"clear: both; text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/3.bp.blogspot.com\/-3f0QgLAl04g\/Te6S55HERwI\/AAAAAAAADx4\/tBY2qI1rEfA\/s1600\/conv-digital-curso-2011.jpg\" imageanchor=\"1\" style=\"margin-left: 1em; margin-right: 1em;\"><img loading=\"lazy\" border=\"0\" height=\"400\" src=\"http:\/\/3.bp.blogspot.com\/-3f0QgLAl04g\/Te6S55HERwI\/AAAAAAAADx4\/tBY2qI1rEfA\/s400\/conv-digital-curso-2011.jpg\" width=\"278\" \/><\/a><\/div>\n<p><\/p>\n<table class=\"contentpaneopen\" style=\"font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 11px; line-height: 14px;\">\n<tbody>\n<tr>\n<td colspan=\"2\" style=\"font-size: 11px; line-height: 14px;\" valign=\"top\">\n<div style=\"font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif !important; font-size: 11px !important; line-height: 14px;\">Em seis encontros, o curso analisa como, ao longo do s\u00e9culo XX, o Brasil constituiu para artistas e profissionais da cultura um campo aut\u00f4nomo de a\u00e7\u00e3o e cria\u00e7\u00e3o, ligado ao mercado, \u00e0 auto-gest\u00e3o de recursos e ao Estado. As formas coletivas de atua\u00e7\u00e3o que, contra crises e falta de recursos, possibilitaram alguns dos modelos e solu\u00e7\u00f5es para os desafios do s\u00e9culo XXI. De 7 a 12 de junho.&nbsp;<\/div>\n<div style=\"font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif !important; font-size: 11px !important; line-height: 14px;\"><strong><br \/><\/strong><\/div>\n<div style=\"font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif !important; font-size: 11px !important; line-height: 14px;\"><strong>Arte e cultura no Brasil \u2013 Crises e sa\u00eddas<\/strong><\/div>\n<div style=\"font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif !important; font-size: 11px !important; line-height: 14px;\">professor Frederico Coelho<br \/>local Cinemateca do MAM<br \/>ter\u00e7as-feiras, das 18h \u00e0s 20h<br \/>de 7 de junho \u2013 12 de julho<br \/>inscri\u00e7\u00e3o R$50,00<\/div>\n<div style=\"font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif !important; font-size: 11px !important; line-height: 14px;\">\n<p><strong>ementa<\/strong><\/p>\n<p>O objetivo deste curso \u00e9, a partir de seis encontros, analisar como, ao longo do s\u00e9culo XX, o Brasil constituiu para seus artistas e profissionais da cultura um campo aut\u00f4nomo de a\u00e7\u00e3o e cria\u00e7\u00e3o \u2013 hora ligado mais ao mercado e \u00e0 auto-gest\u00e3o de recursos, ora ligado ao Estado. Ao mesmo tempo, pensar como esse campo aut\u00f4nomo desenvolveu uma s\u00e9rie de formas coletivas de atua\u00e7\u00e3o que, sempre contra crises e falta de recursos, possibilitaram alguns dos modelos e solu\u00e7\u00f5es para os desafios do s\u00e9culo XXI.<\/p>\n<p>Coletivos culturais, rasura do papel do autor, investimento em \u201ceconomias criativas\u201d, todas essas experi\u00eancias hoje em voga encontram-se espalhadas em outros momentos de nossa hist\u00f3ria cultural. Ao estud\u00e1-las, sempre faremos um di\u00e1logo com os desafios que encontramos hoje \u2013 uma \u00e9poca plena de possibilidades, meios e tecnologias e ainda carente de recursos e certezas profissionais.<\/p><\/div>\n<div style=\"font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif !important; font-size: 11px !important; line-height: 14px;\"><\/div>\n<div style=\"font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif !important; font-size: 11px !important; line-height: 14px;\"><strong>programa&nbsp;<\/strong><\/div>\n<div style=\"font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif !important; font-size: 11px !important; line-height: 14px;\">AULA 1 &#8211; Perspectiva geral do curso<br \/>Hist\u00f3ria cultural brasileira e os desafios da arte no pa\u00eds ontem e hoje.<\/p>\n<p>AULA 2 &#8211; Arte, t\u00e9cnica, reprodutibilidade<br \/>Texto de leitura: Walter Benjamin: \u201cA obra de arte na era da reprodutibilidade t\u00e9cnica\u201d.<\/p>\n<p>AULA 3 &#8211; Modernismos e modernidades no Brasil<br \/>Textos:<br \/>&#8211; Oswald de Andrade: \u201cManifesto da Poesia Pau Brasil\u201d e \u201cManifesto Antropof\u00e1gico\u201d.<br \/>&#8211; Eduardo Viveiros de Castro: \u201cEntrevista\u201d, in COHN, Sergio, REZENDE, Renato e CESARINO, Pedro. Azougue \u2013 edi\u00e7\u00e3o especial 2006-2008. Rio de Janeiro: Azougue, 2008.<\/p>\n<p>AULA 4 &#8211; Museus e Vanguardas: construtivismo brasileiro e renova\u00e7\u00e3o do sistema da arte<\/p>\n<p>AULA 5 -Arte, cultura e dinheiro: como financiar a utopia?<br \/>Textos:<br \/>&#8211; Glauber Rocha: \u201cEconomia e t\u00e9cnica\u201d in Revis\u00e3o do Cinema Novo. S\u00e3o Paulo: Cosac e Naify, 2003, pp. 167-176<br \/>&#8211; Ronaldo Brito: \u201cAn\u00e1lise do Circuito\u201d, in Malasartes, n\u00b01, 1975.<br \/>&#8211; Pablo Capil\u00e9: \u201cEntrevista\u201d (Articulador do Circuito Fora do Eixo), in: Produ\u00e7\u00e3o cultural no Brasil. Rio de Janeiro: Azougue Editorial, 2011.<\/p>\n<p>AULA 6 \u2013 Arte, cultura, web e tecnologia: impasses e sa\u00eddas<\/p>\n<p><strong>bibliografia<\/strong><\/p>\n<p>A bibliografia a seguir ser\u00e1 complementada ao longo do curso com outras m\u00eddias que podem surgir durante os debates.<\/p>\n<p>AXT, Gunter e SCH\u00dcLER, Fernando Lu\u00eds (org.). Fronteiras do pensamento \u2013 ensaios sobre cultura e est\u00e9tica. Rio de Janeiro: Civiliza\u00e7\u00e3o Brasileira, 2010.<br \/>BENJAMIN, Walter. Obras escolhidas \u2013 magia e t\u00e9cnica, arte e pol\u00edtica. S\u00e3o Paulo: Brasiliense, 1994.<br \/>BEY, Hakim. Caos \u2013 Terrorismo po\u00e9tico e outros crimes exemplares. S\u00e3o Paulo: Conrad Editora do Brasil, 2003.<br \/>CANCLINI, N\u00e9stor Garcia. Culturas H\u00edbridas \u2013 estrat\u00e9gias para entrar e sair da modernidade. S\u00e3o Paulo: Edusp, 2000.<br \/>CHACAL. Uma vida \u00e0 margem. Rio de Janeiro: Sete Letras, 2010.<br \/>COELHO, Frederico. Eu, brasileiro, confesso minha culpa e meu pecado \u2013 cultura marginal no Brasil dos anos 1960 e 1970. Rio de Janeiro: Civiliza\u00e7\u00e3o Brasileira, 2010.<br \/>COHN, Sergio, REZENDE, Renato e CESARINO, Pedro. Azougue \u2013 edi\u00e7\u00e3o especial 2006-2008. Rio de Janeiro: Azougue, 2008.<br \/>COHN, Sergio e SAVAZONI, Rodrigo. Cultura Digital.com.br. Rio de Janeiro: Azougue, 2010.<br \/>COMPAGNON, Antoine. O Trabalho da Cita\u00e7\u00e3o. Belo Horizonte: UFMG, 2007.<br \/>JENKINS, Henry. Cultura da converg\u00eancia. S\u00e3o Paulo: Aleph, 2008.<br \/>LADAGA. Reinaldo. Est\u00e9tica de La emerg\u00eancia. Buenos Aires: Adriana Hidalgo editora, 2006.<br \/>MORACE, Francisco (org.). Consumo Autoral \u2013 as gera\u00e7\u00f5es como empresas criativas. S\u00e3o Paulo: Esta\u00e7\u00e3o das Letras e Cores, 2009.<br \/>PIRES, Ericson. Cidade ocupada. Rio de Janeiro: Aeroplano, 2007.<br \/>SERRES, Michel. Ramos. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2008.<br \/>ZARVOS, Guilherme. Branco sobre Branco. S\u00e3o Paulo: Ateli\u00ea editorial, 2009.<\/p>\n<div class=\"separator\" style=\"clear: both; text-align: center;\"><\/div>\n<p>Y\u00daDICE, George. A conveni\u00eancia da cultura \u2013 Usos da cultura na era global. Belo Horizonte: UFMG, 2004.<\/p><\/div>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<div id=\"wp_fb_like_button\" style=\"margin:5px 0;float:none;height:100px;\"><script src=\"http:\/\/connect.facebook.net\/en_US\/all.js#xfbml=1\"><\/script><fb:like href=\"https:\/\/www.archive.raulmourao.com\/blog\/?p=1053\" send=\"false\" layout=\"standard\" width=\"450\" show_faces=\"true\" font=\"arial\" action=\"like\" colorscheme=\"light\"><\/fb:like><\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em seis encontros, o curso analisa como, ao longo do s\u00e9culo XX, o Brasil constituiu para artistas e profissionais da cultura um campo aut\u00f4nomo de a\u00e7\u00e3o e cria\u00e7\u00e3o, ligado ao mercado, \u00e0 auto-gest\u00e3o de recursos e ao Estado. 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